De acordo com informações divulgadas pelo ComputerWeekly.com, as empresas estão investindo mais em segurança por conta da transformação digital. Um estudo global realizado pela TI Wipro revela que um em cada cinco diretores de segurança da informação (CISO) agora se reporta diretamente ao CEO. Além disso, 15% das empresas têm um orçamento de segurança de mais de 10% da verba total de TI e 39% possuem apólice de seguro cibernético.

Segundo os especialistas, os números representam grande aumento em relação aos anos anteriores. Baseada em 211 companhias de 27 países, a pesquisa observa que os ataques cibernéticos estão se tornando cada vez mais direcionados e específicos ao setor. Pelo aperfeiçoamento da atuação dos cibercriminosos, a transformação digital das empresas está demandando maior atenção em relação à segurança.

Diante das técnicas de ataques em constante evolução, o levantamento mostra que as companhias também estão se alinhando às estratégias de proteção, concentrando-se na segurança de suas soluções de nuvem e no uso de dispositivos IoT. Com a adoção crescente da cloud computing e da Internet das Coisas, 28% das empresas consideram a invasão de contas na nuvem como uma das principais ameaças à segurança. Como resultado, 26% das organizações estão priorizando a avaliação de segurança dos dispositivos de IoT para atenuar novos riscos.

Mais de dois terços (67%) das organizações também estão dispostas a compartilhar indicadores de ataques, como endereços IP maliciosos, URLs e domínios, enquanto um terço (33%) das companhias está propensa a compartilhar táticas, técnicas e procedimentos do invasor com outras empresas do setor. O compartilhamento de informações e a inteligência sobre ameaças, segundo o relatório, tornam-se facilitadores importantes para a antecipação e a redução de novos ataques.

“Com as organizações envolvidas na onda digital, as estratégias de segurança precisam ser aprimoradas para enfrentar o cenário em mudança e permitir uma transformação tranquila e segura”, afirma Raja Ukil, chefe global de segurança cibernética e serviços de risco da Wipro. “A segurança também está evoluindo para ser uma parte difundida das principais operações comerciais, e os países estão estabelecendo estratégias e funções ativas de defesa cibernética para promover parcerias com empresas do setor privado e com outros países. Em meio a ameaças crescentes, os líderes estão colaborando mais do que nunca em maneiras novas e inovadoras para mitigar os riscos ”, completa.

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