O abandono, tráfico e troca de bebês não é um problema incomum no Brasil. Diante dessa realidade, o Ministério da Saúde, a pedido do Conselho Nacional de Justiça, lançou uma portaria que torna obrigatório o registro por biometria de recém-nascidos.

O sistema, que utiliza tecnologia da Griaule, deve ser implementado nas maternidades aos poucos, mas o Hospital da Polícia Militar de Belo Horizonte já iniciou o trabalho. De acordo com as informações, desde janeiro deste ano o hospital vem realizando a identificação dos bebês pelo registro da palma da mão.

Como os dedos dos recém-nascidos ainda são pequenos, o sistema escaneia toda a palma da mão do bebê logo após seu nascimento. A partir disso, os dados coletados são ligados aos da mãe. “Os dedos dos recém-nascidos são muito pequenos, as papilas das digitais são muito próximas. Já a impressão palmar é muito maior. Dá para extrair muito mais informação para identificar e registrar o recém-nascido”, explica João Weber, diretor da Griaule.

Depois do cadastro, feito ainda na sala de parto, as informações são enviadas ao sistema de declaração de nascidos vivos, documento obrigatório para a certidão de nascimento. Outro detalhe importante é que a decisão proíbe a saída do bebê da maternidade sem o registro biométrico.

A tecnologia tem como objetivo garantir a segurança e ser uma possível solução para a troca de bebês, já que tem precisão de quase 100%, segundo a companhia. “Muitas vezes a troca do bebê é descoberta apenas anos depois. É um problema frequente e não muito falado. Criamos a tecnologia para resolvê-lo”, completa Weber.

Via: Exame

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