Na última quarta-feira (15), a Prefeitura de São Paulo, em parceria com a América Net, anunciou que a cidade passará a ter 621 pontos de acesso à rede pública de WiFi. Atualmente, estão disponíveis 120 pontos de conexão gratuitos em praças e parques da capital paulista.

De acordo com as informações, o programa WiFi Livre SP passará por duas etapas: a primeira, iniciada em março deste ano, tem como objetivo modernizar os 120 pontos já instalados, melhorando a qualidade e alcance do sinal. Já a segunda, que terá início em julho, será marcada pela inauguração dos outros 501 pontos.

Segundo a prefeitura, as regiões de maior vulnerabilidade social serão as maiores beneficiadas, com instalações em postos de saúde, clubes desportivos, teatros, bibliotecas, CEUS e outros equipamentos públicos. A zona leste de São Paulo será a primeira favorecida com a novidade.

“Estamos propondo um modelo de financiamento pelo setor privado que economiza recursos públicos e assegura internet de qualidade para todas as regiões, pensando principalmente nas pessoas que não têm condições de ter acesso a um pacote de dados”, explica o secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Daniel Annenberg.

Acesso e proteção de dados

Para utilizar a rede WiFi gratuita, o usuário precisará autenticar sua identidade pelo número de telefone. Ao se conectar, o usuário receberá um código de confirmação e assistirá a um anúncio publicitário, tendo que repetir a autenticação a cada 30 minutos de navegação.

Sobre a privacidade dos usuários, que poderão acessar qualquer site de seu interesse, a prefeitura garante não coletar dados pessoais durante a conexão: “Os dados pessoais dos usuários são invioláveis e as regras do projeto reafirmam essa garantia com respeito à Lei do Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados. Essa situação só será alterada em caso de ordem judicial. Os únicos dados analisados são aqueles que dizem respeito ao controle da qualidade do serviço, como velocidade de conexão, usuários simultâneos, consumo total de banda e pontos de acesso, por exemplo. São dados cuja captura não interfere na privacidade da navegação, servindo para que a prefeitura dimensione o serviço de acordo com o uso verificado em cada localidade”, assegura a prefeitura.

Fonte: ITMÍDIA

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