De acordo com informações publicadas pela Forbes, a startup O2eco, de São José dos Campos (SP), está utilizando bactérias para despoluir as águas de Brumadinho (MG). Após o rompimento da barragem de rejeitos de minério da Vale, a empresa empregou a tecnologia para diminuir o impacto da tragédia para os moradores e animais da região.

Para limpar a água, o processo tem como base uma placa de cera com nanominerais e oligoelementos capazes de estimular a proliferação de bactérias benéficas, responsáveis por consumir matérias orgânicas e inorgânicas no corpo hídrico. Segundo Fernando Magalhães, cofundador da O2eco, não são utilizados produtos químicos ou tóxicos. “Com o uso da tecnologia, a produção de bactérias pode crescer de 8 mil vezes para 10 milhões de vezes a cada dez horas, o que faz com que o consumo de materiais orgânicos e inorgânicos seja mais rápido”, explica.

A tecnologia utilizada em Brumadinho foi desenvolvida na Austrália e já havia sido utilizada no desastre de Mariana, em 2015.

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